domingo, 14 de junho de 2015

Descubra para quais times torcem os jornalistas do Rio Grande do Sul











Maurício Saraiva - Internacional


Não é fácil ter que controlar as emoções e ainda comentar sobre seu time ou um rival durante uma partida. Por isso, muitos profissionais preferem não revelar seus clubes do coração.

Porém, sabemos que todos eles trabalham muito sério e que a imparcialidade nas afirmações durante os jogos e debates é sempre mantida.

Agora, você sabia que o Chico Garcia é gremista? Ou que o Leandro Behs é colorado?


Veja a galeria de fotos dos jornalistas do Rio Grande do Sul e seus times do coração:






Nando Gross - Internacional




Paulo Brito - Internacional



Pedro Ernesto - Grêmio


Ribeiro Neto - Internacional


Ruy Carlos Osterman - Internacional

Wianey Carlet - Internacional

Jose´ Aldo Pinheiro - Grêmio




Alexandre Pretzel - Internacional


Marco Antônio Pereira - Grêmio


Luiz Carlos Reche - Internacional


Luis Henrique Benfica - Internacional

Leandro Behs - Internacional

Lauro Quadros - Grêmio

Fabiano Baldasso - Internacional

Diogo Olivier - Internacional


David Coimbra - Grêmio

Daniel Oliveira - Internacional

Chico Garcia - Grêmio


Fonte da notícia acima: Terceiro tempo de Milton Neves



Resultado de imagem para leonardo meneghetti
Leonardo Meneghetti - Internacional




Deixem-me torcer para o meu clube. E me deixem fazer jornalismo esportivo sério e isento como sempre fiz nestes 30 anos. E agora eu vou comprar uma camisa do meu time. Vermelha. Vamo, vamo Inter!


Jornalista esportivo desde 1986, Leonardo Meneghetti foi repórter de rádio, TV e jornal e está no Grupo Bandeirantes desde 1994. Foi coordenador de esportes, diretor de jornalismo, e, desde 2005, é o diretor-geral da Band-RS. Diariamente comanda “Os Donos da Bola”, na Band TV.

Texto retirado do site: http://jbfilhoreporter.final.com.br/


Você acertou quantos? Deixe seu comentário!!!!!!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Bernardo - Ao nosso anjo Justiça!!!




Meu nome era Bernardo.
Tive uma passagem breve nesse mundo...
Nasci numa família rica e com prestígio.
Tinha uma mãezinha linda e carinhosa.
Meu pai...Bem meu pai nem tanto...
Um homem frio, distante, mas nunca perdi a esperança de conquistar o seu amor!!!
Tinha uma casa linda, enorme e aconchegante...
No entanto, meu lar era a rua.
Tinha uma família completa:pai, mãe, mas, minha família eram os amigos que conquistei.
Ah, com eles, passei momentos felizes que amenizaram meu sofrimento...
Minha mãe apesar,de jovem e saudável, morreu tão cedo, vítima de uma trama sórdida, tudo por causa de dinheiro...
Tive condições financeiras porém, passei fome e frio...
Gritei por socorro...
Lutei pra sobreviver...
Mas, só, não consegui vencer.
Ninguém me escutou...
Ninguém deu ouvidos ao meu choro...
Parece que olhavam para mim e não me viam...
Eu não queria dinheiro, eu queria carinho!!
Eu não desejava roupas caras, somente um abraço quentinho!!
Entretanto, sofria na escuridão do meu quarto, com dores na alma e no corpo...
Ao invés de um beijo na testa e um abraço amigo, meu pai me dava porrada e, depois me dopava para que eu dormisse e não o incomodasse...
Só queria amor, recebi ódio...
Por que?Não entendo.
Meu pai me deu a vida para depois me matar.
Quantas lágrimas derramei e, ele não percebeu que era por ele que sofria!!!
Meu pai, profissão médico, salvar vidas!!!
Porém, minha vida tirou!!!
Sua assinatura servia para receitar a cura...
Mas para mim, serviu para comprar a minha morte...
Meu pai, me deixou pra morrer.
Naquela cova fria que mandastes me colocar...
Quando acordei, senti o horror do abandono...
Chorei, gritei!!!
Não consegui sair daquele buraco escuro e sem ar.
Senti dores terríveis, minha pele queimava com o ácido que derramaram sobre mim...
Então me perguntava porque tanta maldade...O que fiz para merecer acabar assim???
Como se não bastasse saiu para comemorar e até um charuto fumou pela minha morte...Sua vitória...
Eu era somente uma criança lutando para sobreviver.
Um menino que queria brincar.
Queria que sentisse orgulho de mim...
Mas, meu pai, você não soube me amar!!!
Não foi capaz de ver nos meus olhos, a angustia que teu desprezo me causava...
No meu olhar existia amor pai...
Eu tinha tanto amor para te dar!!!
Eu era teu primogênito, o primeiro filho, aquele que iria dar seguimento ao teu nome...
E você me matou.
Destruiu meus sonhos, meu desejo de ser feliz...
Adeus, agora, não sinto mais dor...
Não estou chorando...
Meu Pai do Céu me amparou...
Agora, durmo um sono tranquilo, não tenho mais pesadelos...
E quando chegar tua velhice pai, lembre desse teu filho que você não quis amar...
Que os anjos protejam minha vózinha Jussara e, que dê forças para ela continuar sem mim e minha mãezinha...
E, algum dia, espero rever a todos que, de alguma forma, me amaram...
Enquanto esse dia não chega, sejam felizes, sem mim.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Biografia The Cure



Em
21 de abril de 1959 nascia em Blackpool, Inglaterra, aquele que seria o líder de umas das maiores e mais importantes bandas de Rock do cenário mundial. Seu nome era Robert Smith. Cresceu no bairro de Crowley, periferia de Sussex e desde cedo sofreu diversas influências musicais. Seus irmãos ouviam Beatles e Jimi Hendrix, e ainda havia a crescente onda punk da década de 70 na Inglaterra.



Com 16 anos, Robert forma a banda Malice que logo após viria a se chamar Easy Cure. Com ele, tocavam o guitarrista e tecladista Porl Thompson, o baixista Michael Dempsey, e o baterista (e depois tecladista) Laurence "Lol" Tolhurst. Ainda com o nome de Easy Cure eles participam, em abril de 1977, de um de um concurso musical na Alemanha, promovido pela gravadora "Hansa", cujo prêmio incluía a produção de uma demo-tape e um possível contrato de cinco anos. Eles ganham o concurso mas não conseguem gravar a demo, já que a gravadora esperava um som mais punk. Fazem alguns shows até o final daquele ano, mas permanecem chateados com a exigência da Hansa de fazer covers de punk rock.

Até março de
1978 eles ainda não haviam conseguido gravar nenhuma demo pela Hansa, então decidem investir numa gravação demo própria. Gravam as músicas Killing an Arab, Boys Don't Cry, Fire In Cairo, It's Not You e 10:15 Saturday Night. Levam a fita demo para várias gravadoras e Chris Parry, diretor artístico da Polygram inglesa, se interessa e posteriormente resolve produzir o primeiro single da banda. Assim, a banda, agora sem Porl Thompson, muda o nome para The Cure e Parry passa a empresariar a banda.

Em setembro de
1978 eles gravam o single Killing An Arab e com a divulgação promovida por Parry conseguem uma boa vendagem em pouco tempo.

Em
1979, enquanto faziam várias apresentações agendadas por Parry, o Cure começava a produzir aquele que seria o seu primeiro álbum: Three Imaginary Boys. O álbum tem uma boa aceitação embora não tenha emplacado logo de cara. Nos Estados Unidos, o disco é lançado em 1980, com o nome de Boys Don’t Cry.

Logo após, o Cure lança os singles
Boys Don't Cry e Jumping Someone Else’s Train e o sucesso cresce cada vez mais.

No segundo álbum, 17 Seconds
(1980), a banda começa a ter um significativo avanço na técnica de estúdio. Neste álbum, o acompanhamento sutil dos teclados, em arranjos de estrutura minimalista, contribui na construção de uma atmosfera já um tanto sombria e depressiva que os caracterizaria daí pra frente. A música A Forest impulsionou as vendas do álbum em todo o mundo e a banda arrisca a sua primeira turnê mundial. Todos os discos desde então apenas viriam a confirmar a popularidade crescente.




Dando continuidade com a mudança sonora, o terceiro álbum, Faith (1981), e o quarto,Pornography (1982), marcam a fase mais sombria do Cure refletindo um período muito conturbado de Robert Smith, perpassado por problemas com drogas e principalmente alcoolismo. As letras são muito tristes e os arranjos expressam toda a depressão de Robert. Em razão desses álbuns e dessa fase obscura, eles ganham o rótulo de góticos ou "darks", aqui no Brasil. Nesse período, há várias mudanças de formação da banda, inclusive com a saída de Simon Gallup por desentendimentos com Robert Smith. Nessa época Smith, chega a fazer algumas participações como guitarrista pelo Siouxsie and The Banshees.

Após essa fase conturbada, o Cure volta com uma proposta mais pop e um tanto quanto psicodélica. Smith já estava cansado dos discos estarem atraindo platéias cada vez mais raivosas e depressivas. Assim, esse tempo resulta num EP chamado Japanese
Whispers (1983), com as clássicas The Walk, Lovecats e Let’s Go To Bed, basicamente eletrônicas.

Em 1984 é lançado The Top, considerado pela crítica como o melhor trabalho do Cure até então, ao contrário de Bob Smith, que o considerou o pior disco, por problemas de mixagem. Esse disco, mistura psicodelia, pop de boa levada e aquele toque soturno bem dosado.

O ano de 1985 foi marcado por uma virada na vida do Cure. A banda parou de consumir drogas e teve uma das melhores fases, com o sucesso do disco The Head on the Door, de altíssima rotatividade aqui no Brasil, com In Between Days (usada na abertura do programa Clip Clip, da Globo, em 1985 e 1986) e Close to Me (que ganhou o astronauta de prata da MTV como melhor clipe do ano em 1985). É um disco pop, em que a depressão dá lugar a uma leve melancolia.






O ano seguinte foi o da consagração da banda. Lançaram a coletânea Standing On The Beach que teve seu nome mudado paraStaring At The Sea. Eles estouram em todo o mundo, fazendo dezenas de shows.

Em 1987, a banda passa semanas de reclusão em uma mansão campestre isolada do público, para começar a compor e ensaiar as músicas do próximo disco, Kiss Me Kiss Me Kiss Me. Lançado no dia 5 de maio de 1987, o disco trazia 17 faixas e alguns dos mais belos momentos da carreira do grupo. Mas o grande momento para os fãs brasileiros foi a presença do grupo no país, por duas semanas, aportando no Brasil no dia 19 de março 1987. A banda havia começado uma imensa turnê de 70 shows pelo mundo. Ao todo no Brasil, foram oito shows, apresentados nas cidades de Porto Alegre (dois), Belo Horizonte (um), Rio de Janeiro (dois) e São Paulo (três).





No ano seguinte, o Cure deu uma parada com os trabalhos. Robert Smith casa-se com sua noiva Mary, em agosto. Laurence Tolhurst sai da banda por motivos pessoais, e ainda tenta mover um processo para ficar com o nome e parte dos lucros da banda.

Em 1989 a banda lança o disco Disintegration, no geral gravado ao vivo, com muito baixo de seis cordas e arranjos elaborados e extensos, resultando em um disco melancólico, triste, mas bonito. Para muitos o disco significava o fim do Cure.

A banda lança em
1990, Mixed Up, um álbum de remixes velhos. Dois anos depois, o inéditoWish coloca o The Cure de volta nas rádios com a pop Friday I’m In Love. Assim eles voltam a rodar o mundo numa gigantesca turnê, tocando em espetáculos lotados, onde quer que fossem. Através do "Wish Tour", eles gravam em 1993, os discos ao vivo Show e Paris.



Depois de muita espera, em 1994 termina o processo movido por Laurence Tolhurst, tendo resultado a favor de Robert Smith e da gravadora Fiction Records.

Em
1996, o Cure se apresenta no Brasil novamente, agora na última edição do Hollywood Rock, motivados por uma abaixo-assinado que os fãs brasileiros organizaram. Nesse show, músicas de um álbum em andamento foram apresentadas, Wild Mood Swings. Esse disco é lançado assim que a banda retorna à Inglaterra. Logo depois, o Cure parte para uma nova turnê, a "The Swing Tour", que teve mais de 100 apresentações ao redor do globo.

Durante o ano de
1997, o Cure lança Galore, uma coletânea da segunda década de músicas do Cure, que inclui a nova canção Wrong Number. No começo de 1998, Robert Smith aparece em um episódio do desenho animado americano South Park, e participa da trilha sonora do filmeOrgazmo, de Trey Parker e Matt Stone, com a música A Sign From God. Com a sua banda, Robert grava a música World In My Eyes para um tributo ao Depeche Mode e grava tambémMore Than This para a trilha sonora do seriado The X-Files. No fim do ano, a banda volta aos estúdios ao lado do produtor Paul Corkett para a gravação de um novo disco, o qual só seria terminado em meados de 1999 e lançado oficialmente em 2000. Bloodflowers foi, na opinião de Robert, o disco mais perfeito lançado pela banda. Há rumores de que seria o último trabalho do Cure, mas isso não se concretiza posteriormente.

Em 2001, Robert reúne a banda novamente e o The Cure participa do festival alternativo europeu Roskilde. No mesmo ano é lançada a coletânea Greatest Hits, que vem com duas faixas inéditas, Cut Here e Just Say Yes. No embalo, também sai um DVD com o mesmo nome, trazendo diversos vídeo-clipes de toda a carreira do Cure.




O DVD épico Trilogy vem a seguir, em 2003, com shows em Berlim nos quais a banda tocou, em seqüência, três álbuns completos: Pornography, Disinte-gration e Bloodflowers. Como se não fosse o bastante para os fãs, os extras continham entrevistas da banda falando sobre as gravações do disco a ser lançado no ano seguinte.

No ano de
2004, após lançar no começo do ano o box set Join the Dots(uma compilação de material inédito, b-sides e versões alternativas, em quatro discos) a banda lança em junho o sucessor de Bloodflowers, intitulado simplesmente The Cure. O álbum acaba sendo elogiado pela crítica, com canções sombrias, atmosféricas, mas que não deixam de lado a veia pop do Cure. Os destaques são para End of The World, e também para as belas Lost e Before Three. Ainda, o primeiro álbum da banda (Three Imaginary Boys) é remasterizado e lançado para os fãs mais velhos. No ano seguinte o Cure sai novamente em turnê para divulgar seu novo disco.

Em
2005, a banda dá sequência aos lançamentos de remasterizações: Seventeen Seconds,Faith e Pornography (todos como "Deluxe Edition"). Em maio, os integrantes Perry Bamonte e Roger O'Donnel abandonam o The Cure sem apresentarem motivos. Porl Thompson é convidado a ocupar a função de guitarrista.




Já em
2006, é lançado, exclusivamente na Internet, a coletânea 4Play com novas versões de velhos clássicos. Em seguida, The Top, The Head On The Door e Kiss Me Kiss Me Kiss Metambém entram na linha de remasterizações. Em maio é lançado o DVD e o CD The Cure Festivalcom trinta músicas extraídas de apresentações realizadas em diversos festivais do ano anterior. Desde então, há rumores de um novo álbum em fase de conclusão. Robert Smith chegou a admitir atravessar uma crise criativa para composição de novas letras. No entanto, em meados de 2007, a banda já visitava vários países em uma turnê mundial.

No ano seguinte, a banda passou a disponibilizar um single por mês a fim de despertar a curiosidade dos fãs. Finalmente, em outubro, é lançado oficialmente o décimo terceiro álbum da carreira. 4:13 Dream traz 13 faixas inéditas que não se propõem a inovar ou modernizar a identidade da banda. Este é um trabalho que ratifica o estilo Rock/Pop consagrado sem que, no entanto, seja repetitivo. De qualquer forma, um disco novo do The Cure é sempre um evento que, no mínimo, merece atenção dos velhos e novos ouvintes.

O The Cure foi, sem dúvida, uma das bandas mais importantes da década de 80. Responsáveis por grande parte dos hits dessa época, o grupo ainda continua fazendo história, mais de 25 anos após o lançamento do primeiro álbum. Com o lendário Robert Smith, o único remanescente desde o início, a banda ultrapassa os limites de qualquer rótulo que já tenha sido enquadrada e continua agradando a todos os adoradores do bom e velho Rock.



Por Spectrum
Fonte: http://www.spectrumgothic.com.br/musica/bandas/cure/bio_cure.htm

domingo, 31 de maio de 2015

Os Melhores trocadilhos com Nomes de Famosos da Net




Eu sou fanho, a Lady Gaga.
Quando compro pizza dou uma mordida, o Leonardo da Vinci.
A Marina planta árvores, o Plínio arruda
Enquanto a Marina planta árvores, o José Serra.
Eu como camarão, o presidente Lula.
Eu uso faca, o José Serra.
Eu prefiro a quina, o Ayrton Senna.
Eu uso capuz, o Willian Bonner
Eu gosto da Ivete Sangalo, o Brad Pitty.
Eu disse credo, o Oswaldo Cruz.
Eu quero guerra, a Bárbara Paz.
Eu mando ele, o Nelson Mandela.
Lá secou longe, Alice Cooperto.
Que Deus olhe por mim e que Celso Portiolli.
Eu sou mano, o Max Brod.
Eu quebro mansões,mas Tati Quebra Barraco.
Ao ver uma modelo você fala que ela é bonita. O Miguel Falabella.
Vou à Benim, a Mel Lisboa.



Eu prefiro o batman, o Luciano Huck.
A minha sandália é velha, a da Penélope Nova.
Eu não uso drogas, o Cazuza.
Eu sou brasileiro, o Renato Russo.
Eu tenho tigre, a Nara Leão.
Tem gente gente que fala de morte, o Capitão Nascimento.
Eu como torrada no café da manhã, o Japão.
Eu vou embora, mas John Travolta.
O Steve Vai onde a Adriana Esteves.
Eu gosto de Chapolin, o Hugo Chávez
Eu prefiro ônibus. O James Bond.
I prefer the number eight, Lenine.
Eu pinto retratos,o Jânio Quadros.
Eu caminho, a Irlanda.
Eu bebo café, a Cláudia Leitte.
Você escreve, enquanto eu e a Ruth Lemos.
Meu colar é comprado, o da Nelly Furtado.
Jogaram grãos no chão para a Patrícia Pillar.
Eu prefiro a guerra, a Juliana Paes.
Em mim não dói, mas no Oscar Roberto Godoy.
Eu lavo o cabelo com Seda, o Eric Johnson.
Adoro comer maçã, a Dani Bananinha.
Eu escuto ipod, já o Geraldo Walkman.
Eu não faço, mas a Beth Faria.
Eu sou uma pessoa sacana, o Roberto Justus.
Eu nunca vi o mau, porém o Bon Javi.
Eu durmo tarde, mas o Seu Madruga.
Eu gosto de cereja, a Camila Pitanga.
Prefiro vinho tinto, a Déborah Secco.
Yo no hablo español múy bién, pero Galvão Bueno.
Eu prefiro o Dipsy, o Edgar Allan Pô.
Eu não queria sair, mais a Cássia Kiss.
The TV set is blue, but Radiohead.
Gosto de falar sobre vida, Trobar de Morte.
Eu vou comer camarão, o Nicola Siri.
Vou me casar ano que vem, a Marjorie Estiano.
Eu gosto de Brahma, o Johann Strauss.
Vou comprar um Passat, o Carlos Santana.
Torço pelo Flamengo, a Ana Botafogo, o Silvio Santos, o Marcos Palmeira, o André Vasco, o Irwin São Paulo e o Stanislau Ponte Preta.


Eu tenho um tigre, o Émerson Leão.
Eu tenho uma casa pequena. O Carlos Casagrande.
Eu prefiro ciclone, a Hilda Furacão e o Tony Tornado.
Minha parte preferida do corpo é o pescoço, a do Nikolai Gogó.
Gosto de comer torresmo, o Kevin Bacon.
Eu queria me chamar Francisco, o Erasmo Carlos.
Eu crio foca, o Paulo Morsa.
Cortei gramados, o André Matos.
Meu pai gosta de fusca, a Rita Cadillac.
Eu assisto ao Campeonato Paulista, o Ronaldinho Gaúcho.
Vou vender xícaras, a Glória Pires.
Eu adoro chiclete, o Carlinhos Bala.
Eu cuido do meu corpo. O Tim Maia.
Não quero ir à quadra, mas a Rih tá ali.
Todos só morrem uma vez, mas a Alanis Morissette.
A Maria é da cidade, o Martinho da Vila e a Vanessa da Mata.
Você faria papel de trouxa? O Reginaldo Faria.
Eu não tenho um desses, mas o Quarentinha um.
O Pateta usa o teclado. o Mickey Mouse.
Eu escovo os dentes 3 vezes ao dia. O Joãozinho Trinta.
Eu como pitanga, o Paulo César Caju.
Eu gosto de chá gelado. O Clark Kent.
Eu prefiro tubarão. A Cláudia Raia.
No filme, preferi o Harold Oxley, a Norah Jones.
Eu como carne, o Felipe Massa.
Eu amo inverno, a Vera Verão.
Já que você não quis usá-lo, Muse.
Eu não sinto, mas o 50 Cent.
Eu uso metal, o Leo Madeira.
Gosto mais de cães, o Villa-Lobos.
Eu sou odiado, o Jorge Amado.
Eu prefiro Bom Bril, o Bob Esponja.
Eu gosto do produtos Garoto, o John Couch Adams.
Eu conto meses, a Cameron Diaz.
Ele cria galinha. O Paulo Coelho.
Eu toco trombone, o Adolphe Sax.
A Angélica ganhou o prêmio Celebridade do Ano, o Alfred Nobel.
Eu fujo. O Chiquinho Scarpa.
Eu uso telefone convencional. O Édson Celulari.
Eu acordo mais tarde do que deveria e o Edir Macedo.
I prefer to play in the backyard, George Sand.
Minha cor favorita é azul, Giuseppe Verdi.
Prefiro usar Hering, o Ernst Mach.
Meu primo é instrumentista, o Georg Cantor.
Meus animais favoritos são rinoceronte e avestruz, Ruggiero Leoncavallo.



Eu vim de Moscou, o Erasmo de Roterdã.
Eu prefiro presunto, o Nicolas Cage
Eu queria ver de perto a Estátua da Liberdade, o Gustave Eiffel.
Eu amo Honda, o Karl Benz e o Andre Citroen.
Gosto de tocar teclado, o Giuseppe Peano.
Sempre peço Burger King, o Ramsay MacDonald.
Yo tengo poca, Alfons Mucha.
Meu sobrenome é pereira, o do Fausto Silva.
Yo tengo capa roja, Jose Raul Capablanca.
I’m only going to be back tomorrow morning, but Arnold Bax before 10pm.
Eu fumo. O Celso Pitta.
Yo tengo un pezon, George Patton.
Eu gosto mais de escutar, o Manuel de Falla.
Geralmente, para pintar, uso Tigre, Rick Renner.
Nunca veria uma coisa dessas, já o Lavrenty Beria.
Eu tenho machucado no dedão, a Frida Kahlo.
Para pescar, uso rede. A Theda Bara e o Che Guevara também.
I prefer a regular day, Billie Holiday.
Eu gosto de Heavy Metal, o Walther Funk.
I always dreamt about going to Saturn, Harpo Marx.
Não fui eu quem coou, o Nat King Cole.
Eu quero um diamante, o Jack Ruby.
I usually change the volume, Coco Chanel.
Comigo ainda não deu, mas com o Fernandel e com o Kurt Godel também.
That girl is my daughter, Jim Morrison.
Prefiro o Citröen C3, o Pablo Picasso.
Você já morou em Paris? A Marilyn Monroe.
Nas últimas eleições, votei Terry, Vannevar Bush.
Numa partida de xadrez, eu fiz a jogada do roque, o Chiang Kai-shek.



Sou mentiroso, o Francisco Franco.
Moro perto de lagoa, o Graham Hill.
Sou baixo, o Alvar Aalto.
Aquele rapaz é o príncipe, o Del Rey.
Escrevi uma norma e uma regra, o Elvis Presley.
Aquela mulher nunca viveu lá, mas o Aldo Moro lá por muitos anos.
Pessoas normais têm boca, mas o Steve Biko.
Segui caminho, Nino Rota.
Eu não captei, mas o Eric Képtou.
I traveled East, Kanye West.
Eu não esperei, mas o Jack Sparrow.
Minha equipe é a Ferrari, a do Hank Williams.
I prefer orange, but John Lennon.
Eu uso Havaianas, a Tomb Raider.
Construo viadutos. Marcos Pontes.
I usually go home before she comes, but Tom Waits for her.
Eu pinto paredes, o Jânio Quadros.
Eu amo azul, o Samuel Rosa.
Sempre gostei mais do Taffarel, o Caetano Veloso.
Creio em São Francisco, o Mongo Santamaria.
Eu sou honesto, o Sérgio Mallandro.
Eu taco barro, o Dalai Lama.
Não moro em Pindamonhangaba, o Wagner Moura.
Eu abasteço com gasolina, o Vin Diesel.
Eu chego cedo, o Diego Tardelli.
Eu não gosto de pecar, mas a Débora Kerr que o Gregory Peck.
Gosto de cachoeira, o Edu Ribeiro.
Eu estou perto de casa. O Silvester Stalonge.
Desse aí eu não tenho, mas o Frankstein.
Fico de perto, o Tom Delonge.
Gosto de azul, a Chapeuzinho Vermelho.
Eu sou bom, o Lobo Mau.
Eu não faço exercício, mas o Tim Maia.
Prefiro sobremesa doce, a Wanessa Amargo.
Fulano afirma, mas o Arnold Schwarznega.
Eu faço coco, o Gilberto Barros.
Eu não vou furar, o Juca Kfouri.
Eu prefiro Sandy, o Caio Júnior.
Você não viu aquilo? Mas o Clodovil.
Eu sou de Belo Horizonte. O Dinho Ouro Preto.
Eu pulo do barranco, o Luciano do Valle.
Sei tocar violoncelo, o Ben Harpa.
Nunca zerei Super Mario, mas o Nx Zero.
O pai da Malu Mater é o Malu Father
Eu dou 3 reais por um pacote de pipocas, o Leonardo da Vinci.
Errei 5 questões na prova, o Kaká Rosset.
O Batman fez o seguro do carro porque tem medo que Robin.
O Chris Brown não atravessou a rua porque ele não kiss kiss.
A minha impressora imprime em preto, mas a do Fernando em Collor.



O Lula não sabe de nada, mas o Gilberto Kassab
Eu já escalei montanha, a Marta Rocha.
Eu uso a cabeça, o Salvatore Cacciola.
Eu vou para Buenos Aires, o Fábio Assunção.
Eu limpo com sabão. A Maria Cândida.
Ele faz macumba. A Ana Maria Praga.
A Maria prefere MPB. O Zeca Pagodinho.
Meu Ford não tem espaço. O Fiat Stilo
Gol é carro muito pobre. O Opala Diplomata
Eu já cacei uma capivara. A Juma Marruá
I like the summer. Marcos Winter
A Vitória gosta de jacarandá. O Marcos Palmeira
Tenho férias em dezembro. O Cláudio Marzo
O Tenório tem um Puma. A Luciene Adamo
Ele sempre gostou de almimentos com vitamina. A Lilian With Fiber
Eu tomo Biotônico Importado. O Ary Fontoura
O Sílvio gosta de Azul escuro, o Roberto Marinho
Ele corta com serra, o Renato Machado
No meu bolso cabe dinheiro, no do Jucelino Kabitschek
Eu não matei. Mandei o Mauricio Mattar.
Você não tem. O Frankenstein.
Eu vou à igreja e o Otávio Mesquita.
Eu encho o balde. O Valderrama!
Eu fui preso e o Gugu Liberato.
Minha origem é Inca e a do Tim Maia.
Na estrada eu peguei o ônibus, o Djavan.
Traga um cavalo que a Marisa Monte.
Eu como maçã, a Marília Pêra.
Cachorro late, academia.
Eu não dou, o Canadá.
João era pipoqueiro, o Zeca Baleiro.
Eu vou ao Shopping, o Walter Mercado.
Eu gosto de loira, o Jesus Negão.
Eu gosto de sopa, o Felipe Massa
Eu fui ao correio por um pacote, o George Harrison foi Paul McCartaney.
Eu não estou, o Ringo Starr.
Eu estou escrevendon, o John Lennon.
Na minha casa tem piscina, vem Canadá.


92 Maneiras de dizer que vai defecar



1 - Vou colocar o 0rnitorrinco para nadar.
2 - Vou inscrever o Robinho no curso de natação.
3 - Vou sujar a porcelana.
4 - Vou fazer uma arte barroca.
5 - Vou ir libertar o Mandela
6 - Vou colocar a Daiane dos Santos para dar o duplo twist mortal carpado.
7 - Estou indo pro Congresso.
8 – O meu amigo do interior quer conhecer o lago/córrego/rio…
9 - Vou mandar um Fax pro Tietê.
10 - Estou indo fritar uns nuggets.
11 - Vou botar o almirante barroso pra navegar.
12 - Vou cortar o rabo do macaco.
13 - Vou ligar a maquina de churros
14 - Vou mandar o elevador pro térreo
15 - Vou lá murchar as flores do azulejo






16 - Afogar a Preta Gil
17 - Vou ali fazer um depósito no Bank of Boston
18 - Vou mandar um BBB pro paredão
19 - Vou ali atender um chamado!- De quem?- Da natureza.
20 - Vou calcular meu PIB.
21 - Vou fabricar material para a Olaria.
22 - Vou fazer um artigo na Wikipédia
23 - Vou exorcisar o estomago
24 - Vou cortar o rabo do macaco
25 Vou mandar um Flamenguista pra casa
26 -Vou trincar a porcelana
27 - Vou treinar o Kage Bunshin no Jutsu (só otaku vai entender)
28 - Vou tirar ramela do zóio de porco
29 - Vou vomitar pelo $%#
30 - Vou tentar descobrir o que tinha na cabeça do cara que teve a ideia da lição de casa
31 - Vou tentar descobrir o que tinha na cabeça do cara que teve a ideia da reforma ortográfica




32 - Vou cagar mesmo
33 - Vou fazer um movimento vetorial pélvico para saída de sólido.
34 - Vou fazer uma coisa que só eu posso fazer.
35 - Vou ali soltar um peido que pesa.
36 - Vou terminar o que o cozinheiro começou
37 - Se alguém ligar, diz que to ocupado.
38 - Vou botar a leitura em dia
39 - Vou botar o Pelé em campo
40 - Vou fazer o que o Palmeiras fez no jogo contra o Grêmio.
41 - Vou no show do Ari Barroso
42 - Vou escorregar o moreno
43 - Vou assistir Zorra Total
44 - Vou expulsar os demônios
45 - Vou esculpir arte em barro
46 - Vou assistir Crepúsculo
47 - Vou no escurregador de preto
48 - Tomei o Guaraná Xamego e não to aguentando
49 - Tomei um Chocomil e ele vai expulsar geral
50 - Sai da Frente que eu vou cagar
51 - Dá licença que o charuto tá no beiço!
52 - Vou fazer uma reunião com o boca larga
53 - Vou lá colocar a máquina de churros para funcionar
54 - Tô com vontade de fazer rapel sentado
55 - Tô com vontade de tirar a tartaruga do saco
56 - Vou mandar o elevador pro térreo
57 - Vou lá murchar as flores do azulejo
58 - Vou dar um tchau para um amigo meu que vem do interior e está indo para o rio
59 - Sinto que é momento de dar uma tapa na centopéia
60 - Está na hora de piscar pro bocão
61 - Vou construir uma barragem
62 - Vou ali cortar o rabo do macaco
63 - Vou inscrever o Robinho na natação
64 - Assinar a carta de alforria
65 - Afogar a Preta Gil
66 - Vou ali Esvaziar o buffer (nerd)
67 - Escorregar o milkybar
68 - Vou ali Libertar o Mandela
69 - Trocar uma ideia com a Dona Celite
70 - Vou mostrar pra privada quem é que manda aqui
71 - Tirar o charuto do beiço
72 - Vou fazer um exorcismo
73 - Vou ali fazer um depósito no Bank of Boston
74 - Estou indo atender o chamado da natureza
75 - Vou exercitar o esfincter
76 - Vou expulsar o Argentino que existe dentro de mim!
77 - Chamem o Padre. Vai começar a sessão descarrego
78 - Vou fogar o Maguila e quem sabe alguns sobrinhos dele
79 - Vou fazer o parto da sucuri
80 - Vou tirar o Mussum que vive dentro de mim
81 - Vamos ver se na sua casa entope?
82 - Vou romper com o tratado de Kyoto
83 - Vou soltar um Bahuan
84 - Vou tirar o pardal da gaiola
85 - Está na hora de destampar a panela de barro
86 - Vou lá fazer uma revisão no escapamento
87 - Vou ali tirar o plástico da mortadela
88 - Vou mandar um BBB pro paredão
89 - Tá na hora de arrancar a cabeça do Playmobil
90 - Chegou a hora de limpar o filtro do ar condicionado
91 - Vou ali apontar a luneta pro bueiro
92 - Vou esvaziar o buffer (nerd)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

CONHEÇA OS ROQUEIROS CUBANOS QUE SE INJETAVAM HIV COMO FORMA DE PROTESTO CONTRA O GOVERNO DE FIDEL



Perseguidos por Fidel Castro, "los frikis" eram metaleiros cubanos dos anos 1990 que se contaminavam com HIV em busca de liberdade






Socialismo o muerte. Esse era o lema que tomou conta de Cuba com o fim da União Soviética. Sob repressão intensa, jovens roqueiros
(de qualquer estilo) não tinham a permissão para ouvir a música que queriam, se vestir como desejavam, pensar como quisessem. O socialismo não lhes oferecia perspectiva nem liberdade. Forçados a escolher entre socialismo ou morte, esses jovens, conhecidos como “frikis”, escolhiam a segunda opção: injetavam-se com sangue contaminado pelo vírus HIV. Um protesto que, sem dúvida, pode ser considerado punk até a medula. O movimento punk rock em Cuba se mistura com a epidemia da Aids de maneira única no mundo. Em Cuba, por algum tempo tornar-se soropositivo foi sinônimo de rebeldia, uma janela para uma vida mais livre, e uma maneira de não passar fome.

“Friki” é uma corruptela do termo freak, em inglês, e em castelhano é utilizada para qualquer pessoa considerada “esquisita” – emos, nerds, maconheiros etc. Mas em Cuba, no final da década de 1980 e início da década de 1990, o termo passou a se referir a jovens punks que, para se rebelar contra a ditadura, ouviam rock, usavam jeans rasgados e deixavam crescer os cabelos. Sob o governo de Castro, essas práticas rendiam acusações de “periculosidade social”, um crime que (até hoje) pode render até dois anos de prisão. Mesmo assim, nos anos 1970 e 1980, jovens imitavam o visual dos roqueiros capitalistas e esforçavam-se para ouvir as canções que chegavam dos Estados Unidos via fitas cassete contrabandeadas dos EUA e rádios FM importados da Rússia (que, com esforço, conseguiam captar estações de rádio da Flórida). Esses adolescentes eram espancados por policiais do regime, e suas atitudes eram reprovadas por familiares, que muitas vezes expulsavam os rebeldes de casa.


Quando o Muro de Berlim caiu em 1989, a situação desses roqueros tornou-se ainda pior. Os regimes socialistas começaram a desmoronar, e Fidel Castro acirrou o autoritarismo dentro da ilha que comandava. O lema 
“Socialismo o Muerte“começou a ser pintado pelos muros das cidades cubanas. A música norte-americana ganhou cunho ideológico: ouvir rock era ouvir a mensagem do inimigo. A polícia apertou o cerco contra os metaleiros, que muitas vezes eram enviados para o campo e forçados a trabalhar na lavoura de cana-de-açúcar. Jovens tinham seus cabelos cortados à força nas escolas.


Nessa mesma época, Cuba passou a enviar soldados para lutarem ao lado dos movimentos armados de esquerda na
 guerra civil de Angola. Quando esses soldados retornaram à ilha, trouxeram consigo o vírus HIV. O governo passou a fazer exames de sangue mandatórios em todos os adultos em idade de serem sexualmente ativos. Os cidadãos cujo exame retornava positivo eram despachados (à força, se necessário) para sanatórios fora das cidades, exclusivos para quem era portador do vírus.


Papo La Bala era um dos frikis mais intensos e rebeldes que Cuba gerou. 
Segundo documentaristas cubanos, foi ele quem primeiro fez o gesto extremo de se injetar com HIV como forma de protesto. O “Curt Cobain dos frikis“, Papo era um rebelde emperdenido, capaz de andar por Havana com a bandeira dos Estados Unidos presa na cabeça como bandana apenas para desafiar as autoridades. Preso numa ilha que lhe agredia por ser como era, ele decidiu agredir a ilha de volta fazendo algo que era até então impensável: procurou um amigo roqueiro soropositivo e injetou-se com seu sangue, apenas para despeitar as autoridades. Ele não queria viver pelo socialismo, então escolhia a morte. Como todos os outros infectados, ele foi enviado para um sanatório.


E o que encontrou lá foi, principalmente para os padrões cubanos, o paraíso. Os internados viviam em casinhas em que cada paciente tinha seu próprio quarto, cercados por terrenos verdejantes e animais silvestres. “[Os residentes dos sanatórios] têm moradia, ar-condicionado, TV em cores, 100% de seu salário e uma dieta com muitas calorias e proteína”, 
escreveu o Dr. Jorge Perez, diretor do programa de tratamento nacional de HIV num artigo publicado em 2003 para a The Foundation for AIDS Research. Apesar de inicialmente serem conduzidos pelo exército – mais parecendo, portanto, campos de concentração – logo os sanatórios tornaram-se responsabilidade do Ministério da Saúde. Muito progressistas, os médicos cubanos cuidavam extremamente bem de seus pacientes. Nos sanatórios, os frikis chegavam a ter a liberdade de ouvirem a música que quisessem, e assim pelas janelas dos quartos ecoavam os sons de Metallica, Nirvana, Led Zeppelin, Queen…



foto: Helena de Bragança


Os subsídios que sustentavam Cuba acabaram-se com o fim da União Soviética, e a população da ilha enfrentava escassez de absolutamente tudo. Já nos sanatórios, nada faltava. Outra regalia inesperada: os soropositivos descobriram que eram temidos pela polícia, e assim passaram a poder andar livres de agressão durante as visitas que faziam às cidades a cada 21 dias. Comida, liberdade… a notícia se espalhou, e outros rebeldes frikis começaram a imitar Papo La Bala. Pessoas de 17, 18 anos injetavam-se com sangue infectado pelo vírus HIV. Um punhado de frikistornou-se dúzias, que tornaram-se centenas. O ato entrou tão na moda entre os metaleiros que muitos pensavam que não era possível ser friki de verdade sem antes injetar-se com sangue soropositivo. Quando finalmente ficou sabendo disso, Fidel Castro proibiu a venda de seringas em Cuba e decretou que injetar-se com HIV seria um crime punível com oito anos de prisão. Mas já era tarde demais.


Os sanatórios tornaram-se um celeiro de bandas de punk rock. Uma das primeiras bandas que se formaram nesse cenário, não por acaso, tinha o nome de V.I.H, ou HIV em castelhano. Uma das principais bandas de punk cubano, de nome Eskoria, vem de um sanatório perto de Santa Clara. Em seus discursos, Fidel Castro chamava de “escória” os cubanos que se refugiavam em embaixadas ou fugiam de balsa para os Estados Unidos. Dar esse nome para sua banda era, portanto, um ato político.


Fora dos sanatórios, os frikis só contavam com o apoio de uma pessoa: María Gattorno, de 37 anos, a chefa do departamento de atividades da Casa de Cultura Roberto Branly, em Havana. Fã dos Beatles (que ouvia escondida quando jovem), María abriu o espaço da Casa de Cultura para que os roqueiros ensaiassem e se apresentassem. O centro cultural tornou-se o lugar onde os frikis conseguiam se encontrar e agir como queriam por algumas horas. Em sua homenagem, o lugar passou a ser chamado pelos jovens de Patio de María, como ficou sendo conhecido desde então.


Com seu centro cultural repleto de adolescentes, o pátio chamou a atenção do Ministério da Saúde, que buscava uma maneira de educar a população sobre maneiras de prevenção de DSTs. María não se fez de rogada: alistou as bandas que ensaiavam no Patio para seu projeto Rock Contra SIDA (“Rock contra a Aids”). As bandas faziam concertos e revertiam toda a renda para o projeto; o pátio ficou repleto de materiais de educação sexual e preservativos que eram distribuídos gratuitamente. O projeto deu tão certo que María decidiu, quatro anos mais tarde, começar a trabalhar também contra o alcoolismo e o vício em drogas, algo que ia diretamente contra o governo: a posição oficial era a de que não existiam viciados em Cuba.



Foto: Paul Geddis


Muitos dos adolescentes que entraram na onda de se injetarem com HIV o faziam cientes de que faziam um ato de protesto, um ato político. Muitos outros não. Vários pensavam que em alguns anos Fidel ou o Ministério da Saúde encontrariam algum tipo de cura para a doença (a medicina cubana é referência no mundo ocidental, afinal de contas). Em poucos anos, no entanto, os primeiros infectados começaram a morrer de Aids, e só então muitos conheceram as reais consequências de seu gesto. Morrer de Aids é diferente de outras mortes mais comuns: o paciente definha, fica cego, tem doenças oportunistas. Quem se arrependeu já não podia fazer mais nada. Os frikis deixaram de injetar-se com sangue contaminado pelo vírus HIV.


Papo La Bala continuou rebelde e roqueiro até o último momento. No final de sua vida, entrou numa igreja evangélica que aceitava soropositivos – um ato de rebeldia contra um governo socialista que exigia o fim das religiões. O documentário Maldito Sea Tu Nombre Liberdad, de Vladimir Ceballos, o mostra tendo aulas de inglês (também contra os princípios de Castro) e afirmando que Jesus Cristo era o verdadeiro comunista. Papo morreu vítima de um parasita que se alojou em seu cérebro.


Há quem considere, no entanto, que os gestos extremados dos frikis cubanos não foram totalmente em vão. Lentamente o governo de Fidel Castro começou a dar mais liberdade para os metaleiros; em 2000 uma estátua de John Lennon foi inaugurada em Havana. Roqueiros internacionais começaram a ter permissão para fazer concertos na ilha.


O Patio de Maria continuou cada vez mais cheio de roqueiros cabeludos – parecia
“uma maré negra”, diziam os vizinhos, tão popular havia se tornado – a ponto de incomodar as autoridades. Quinze anos depois que María Gattorno começou a abrigar os frikis, a polícia fez uma batida em busca de drogas no centro cultural que acabou por fechá-lo – o que chega a ser irônico, já que haviam negado permissão para que ela própria fizesse um trabalho de combate às drogas. Desolada, Gattorno deixou de trabalhar com os roqueiros até o início de 2015. Fiel à maneira socialista de fazer as coisas, em 2008 o governo cubano inaugurou a Agencia Cubana del Rock, que representa e emprega os roqueiros do país. Sua sede fica no teatro Maxim, em Havana. Depois de muita insistência dos frikis da nova e da velha guarda, María Gattorno aceitou o cargo de diretora da agência.


Fonte: http://www.ladobi.com/2015/04/los-frikis-cuba-hiv/

quinta-feira, 21 de maio de 2015

ELE ESTUDAVA COM O LIXO DOS OUTROS E PASSOU EM 1º EM UM INSTITUTO FEDERAL.






Ele não tinha nenhuma condição financeira de bancar os seus estudos, muito menos uma faculdade. Mas mesmo assim conseguiu passar graças a sua mãe que encontrou um jeito inspirador de ajudá-lo.

Rosângela Marinho é mãe de Thompson Victor que tem apenas 15 anos e já foi aprovado em primeiro lugar em um curso técnico, mas não como se já não bastasse isso ele conseguiu essa aprovação estudando com livros que Rosângela encontrava no lixo.



É INSPIRADORA VER A FORÇA DE VONTADE E DEDICAÇÃO DE UMA FAMÍLIA EM PROL DA EDUCAÇÃO DAS SUAS CRIANÇAS.





- Eu catei lixo por 10 anos e passava sempre pelos locais onde os ricos moravam, ali achava livrinhos. Trazia para eles, os botava sentadinhos. Não sabia ler muito, mas lia o que entendia para eles. Também lia livrinhos que as Testemunhas de Jeová davam, comprava as bíblias infantis. Eu os enchia de leitura, e eles iam aprendendo, foram tomando gosto, contou Rosângela.

O garoto prestou vestibular para o IFRN (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte), para o curso de multimídia. Ele foi aprovado em primeiro lugar geral na seleção do Instituto – fez 846 pontos em 1.000 possíveis.






O garoto que mora numa casa alugada por R$ 300, no Paço da Pátria, na zona leste de Natal, se mostrou surpreso após o recebimento da notícia da aprovação:

- Se soubesse que tiraria uma nota tão boa teria feito outro curso. Estava inseguro, por isso tentei um curso novo, num campus perto de casa. É uma área que gosto, mas que não conhecia tanto, disse Thompson.

Após terminar os quatro anos do curso técnico, o garoto pretende fazer uma faculdade de direito pra poder ajudar sua família.



FONTE: http://atl.clicrbs.com.br/mundoidao/2015/05/21/este-aluno-passou-em-1o-lugar-em-um-instituto-federal-e-estudava-apenas-com-livros-achados-no-lixo/

segunda-feira, 18 de maio de 2015

APRENDA A CHAMAR A POLÍCIA!


Eu tenho o sono muito leve e, numa noite dessas, notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.
Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado.
Mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,espiando tranqüilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram- me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não sabia e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
5 minutos depois liguei de novo e disse com a voz calma:


- Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal, estou retornando apenas para cancelar a viatura, já resolvi o problema. Dei um tiro de escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações, o tiro fez um estrago danado no cara, também lancei uma granada no quintal, para ter certeza que não havia mais ninguém, a explosão arrancou as pernas e um braço do ladrão e ele esta agonizando no quintal agora. Só queria agradecer a atenção.

Passados menos de três minutos, estavam na rua 5 carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Ao chegarem, prenderam o ladrão em flagrante roubando o meu carro na garagem, e todos estavam surpresos por não ter encontrado uma cena de tragédia.
Um tenente se aproximou de mim e disse:
- Fui informado que havia matado o ladrão.

Eu respondi:
- Fui informado que não havia nenhuma viatura disponível.




LEARN TO CALL THE POLICE!

I'm a very light sleeper and the other night, I noticed that someone was sneaking out in the backyard.
I stood in silence and I was watching the light noises coming from outside, until you see a silhouette through the bathroom window.
As my house was very safe with bars on the windows and internal locks on the doors, I was not too worried.
But it was clear that I was not going to leave a thief there, watching quietly.
I called softly to the police, I informed the situation and my address. They asked me if the robber was armed or was already in the house.
I clarified that he did not know and told me that there was no car around to help, but they would send someone like that was possible.
5 minutes later I called again and said in a calm voice:

- Hi, I just called because I had someone in my backyard, I'm returning only to cancel the car, I took care of the problem. I took a shot of shotgun 12 gauge, I have kept at home for these situations, the shot did a hell of a mess in the face, also threw a grenade in the yard, to make sure there was no one, the explosion tore off his legs and one arm the thief and he is dying in the yard now. Just wanted to thank the attention.

After less than three minutes were on the street 5 police cars, a helicopter, a unit of the rescue, a TV crew and a group of human rights, not lose it for the world.
When they arrived, they caught the thief red-handed stealing my car in the garage, and everyone was surprised at not finding a tragedy scene.
A lieutenant came up to me and said,
- I was informed that he had killed the thief.

I answered:
- I was informed that there was no available vehicle.






APRENDA A LLAMAR A LA POLICIA!

Tengo el sueño muy ligero y la otra noche, me di cuenta de que alguien estaba a escondidas en el patio trasero.
Me quedé en silencio y yo estaba viendo los ruidos de luz que vienen de fuera, hasta que vea una silueta a través de la ventana del baño.
Como mi casa estaba muy seguro con rejas en las ventanas y cerraduras internas en las puertas, que no estaba muy preocupado.
Pero estaba claro que no iba a dejar un ladrón allí, observando en silencio.
Llamé suavemente a la policía, informé la situación y mi dirección. Me preguntaron si el ladrón estaba armado o que ya estaba en la casa.
Le aclaré que no sabía y me dijeron que no había ningún coche cerca para ayudar, pero que iban a enviar a alguien como eso era posible.
5 minutos más tarde llamé nuevamente y dije con voz calmada:

- Hola, me acaba de llamar porque yo tenía a alguien en mi patio trasero, me estoy volviendo sólo para cancelar el coche, me hice cargo del problema. Tomé un trago de escopeta calibre 12, he guardado en el hogar para estas situaciones, el tiro hizo un infierno de un lío en la cara, también lanzó una granada en el patio, para asegurarse de que no había nadie, la explosión le arrancó las piernas y un brazo el ladrón y él se está muriendo en el patio ahora. Sólo quería dar las gracias a la atención.

Después de menos de tres minutos estaban en los coches de la policía de la calle 5, un helicóptero, una unidad de rescate, un equipo de televisión y un grupo de derechos humanos, no pierden por nada del mundo.
Cuando llegaron, cogieron al ladrón in fraganti robando mi coche en el garaje, y todo el mundo se sorprendió al no encontrar una escena de la tragedia.
Un teniente se acercó a mí y dijo:
- Se me informó que había matado al ladrón.

Yo le respondí:
- Se me informó de que no había ningún vehículo disponible.



segunda-feira, 11 de maio de 2015

Como encontrar um celular perdido ou roubado?




              Perder o celular ou ter o aparelho roubado é um dos grandes temores dos usuários 



Qualquer pessoa que teve um celular perdido ou roubado sabe das dores de cabeça que isso provoca, dos temores com a perda da agenda, músicas, fotos, mensagens e detalhes de aplicativos.


A melhor solução, simplesmente, é recuperar o aparelho.


A BBC analisou as principais ferramentas criadas para este fim, não importa qual o tipo ou o sistema operacional do seu dispositivo.


Android

Em abril, o Google lançou uma nova ferramenta que permite ao usuário encontrar o telefone apenas digitando "find my phone" ("encontre meu telefone", em tradução livre) na busca.


Você precisa usar um navegador que esteja logado na conta do Google à qual seu telefone está ligado. Funciona até se o usuário não tiver ativado ou instalado qualquer coisa no aparelho.


Além de mostrar o lugar onde está seu celular em um mapa, o usuário também pode fazer o aparelho tocar no volume máximo para ajudar na busca no caso de ele ter escorregado para trás do sofá ou embaixo da cama, por exemplo.


Em caso de roubo, o dono do aparelho pode ir até o site do Google Device Manager e lá é possível travar o aparelho ou apagar todos os dados contidos nele.


Apple
Os aparelhos da Apple podem ser rastreados exatamente da mesma forma, quando o usuário se loga no iCloud (iCloud.com).


Ali ele poderá ver a ferramenta "Find My Phone" e também ver todos os outros dispositivos ligados à mesma conta no iCloud.


Mas, a ferramenta só funciona se você estiver com seu celular logado no iCloud.


Windows
A mesma ferramenta pode ser usada no telefone celular Windows e, novamente, o usuário precisa estar logado na conta com o aparelho celular, senão, não vai funcionar.


Para que todas estas soluções funcionem, o seu telefone precisa estar ligado e conectado à internet.


Então, se você estiver passeando e perder seu telefone (ou tiver o aparelho roubado), e a bateria acabar, nenhuma destas ferramentas vai ajudar.


Solução mesmo sem bateria

Mas, para os usuários de telefones Android, existe uma solução até se o aparelho estiver sem bateria.


O aplicativo Lookout pode encontrar estes celulares pois usa uma tecnologia chamada de "signal flare".


O Lookout anota a localização do aparelho na última vez em que ele estava conectado à internet. Então, o dono pode ter uma ideia de onde o telefone pode estar.


Foto do ladrão

Se o dono do celular quiser pegar o ladrão pela imagem, ele pode acionar uma ferramenta premium que pode fazer uma foto de qualquer pessoa que tente manipular o telefone.


Esta foto então será enviada por e-mail junto com a localização do telefone, para que o dono passe todos estes dados para a polícia.


Câmera digital

Mesmo se o objeto roubado for uma câmera digital, sem nenhuma conexão com a web, também é possível rastreá-la.


Basta usar os metadados escondidos em uma foto digital feita com aquela câmera. Eles são chamados de dados exif.


Se você arrastar uma foto da câmera para a ferramenta de busca (stolencamerafinde.com), ela fará uma busca pela internet, procurando dados que contenham o mesmo dado do número de série.


E se o usuário encontrar estes dados, ele pode até rastrear onde a foto foi feita com a ajuda deste site, regex_info/exif.cgi, que extrai todos os dados exif.


Mas, um alerta: a polícia afirma que o dono do celular ou da câmera que conseguir encontrar os aparelhos não deve partir para cima dos bandidos sozinho. A recomendação é sempre entregar os dados para eles.




Fonte: http://g1.globo.com/

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Estrelas do Rock Canhotos

Jimi Hendrix

Paul McCartney

David Byrne

Paul Simon

Joey Ramone

Johnny Rotten

Kurt Cobain

Robert Plant

Tommy Iommi

Joan Jett

Você Tem mais a acrescentar à lista?